segunda-feira, outubro 29, 2012

Ainda sobre os amigos

Tenho dos bons. E basta. A verdade é que tenho vindo a perceber que somos O grupo. Pode não ser o mais correcto, mas não há espaço para mais ninguém. São a minha segunda família e tenho vindo a perceber que são os únicos que fazem realmente falta. E isso acontece porque são os únicos que estão lá sempre, apesar de qualquer distância física (que se vai tornando cada vez maior). Não são dos que se afastam porque não lhes dizes o que querem ouvir, não são dos que procuram noutras pessoas o consentimento para aquilo com que não podes concordar. São dos que te fazem rir mesmo quando estás a ter o teu pior dia. São dos que se tornam teus cúmplices em partidas e brincadeiras e segredos. São dos que te ouvem e te dizem o que pensam e te fazem perspectivar. São dos que te dizem que está tudo bem ou, se for preciso, te dizem que estás completamente f*****. São dos que cruzam o olhar contigo e sorriem porque estão a pensar no mesmo. São dos que te chamam nomes e que gozam contigo mas que não te importas porque até isso te faz rir à gargalhada (no fundo eles têm razão, às vezes não passas de um/a pateta alegre). Os meus são assim, e bastam-me.

9 comentários:

  1. Com amigos assim também não me parece que precises de outros :)

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  2. Os meus também são assim. E é tão bom :)

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  3. Não digas que não há espaço para mais ninguém... há sempre amigos em comum que se podem identificar com o todo do grupo. É saudável que assim seja.

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  4. Isso é reconfortante, é bom saber que temos verdadeiros amigos.

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  5. São mesmo esses que interessam e são esses os melhores :)

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  6. Poucos mas bons minha querida, poucos mas BONS!
    :)
    beijinhos

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  7. Também tenho alguns assim. Mas alguns, que considero amigos, às vezes mostram o contrário disso tudo. E chego a perguntar-me se alguma vez sabemos verdadeiramente quem são os nossos amigos!

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